sábado, 28 de abril de 2012

INSS orienta empregadas domésticas e seus empregadores



A Gerência Executiva do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por meio do Programa de Educação Previdenciária (PEP), realizou em Curitiba nesta sexta-feira, dia 27, uma ação de orientação dirigida às empregadas domésticas e aos seus empregadores. A Pastoral da Criança e outras entidades que integram o Fórum do Trabalho Doméstico também participam do evento que é realizado na Gerência Executiva, na Rua João Negrão, 21, Centro (no hall de entrada). O objetivo é levar ao público-alvo informações sobre os benefícios previdenciários; orientações sobre o Projeto Trabalho e Renda em Serviços Domésticos; orientações trabalhistas sobre o assédio moral e práticas discriminatórias no trabalho e, os direitos e deveres que cabem a cada parte e possibilidades de qualificação profissional.
Segundo informação dos componentes do Fórum do Empregado Doméstico será lançado durante este ano de 2012, no Paraná, a Cartilha do Trabalhador Doméstico, com informações sobre os direitos e deveres previdenciários, como fazer registros em carteira, entre outros.
São 7,2 milhões de trabalhadores domésticos no país, dos quais 93% são mulheres. Dessas dois terços são de negras. Apesar do aumento da cobertura previdenciária entre 1992 e 2009, que passou de 20% a 32%, não houve melhora significativa. No Paraná, de acordo com o Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS), de 2009, somam 421 mil domésticos, dos quais 113 mil tem carteira de trabalho assinada e outros 307 mil não possuem carteira e nem declaração.
Integram a categoria trabalhadores como cozinheiro, governanta, babá, lavadeira, faxineiro, vigia, motorista particular, jardineiro, acompanhante de idosos, entre outras. O caseiro também é considerado empregado doméstico, quando o sítio ou local onde exerce a sua atividade não possui finalidade lucrativa.
Fonte: ACS/PR

Dança da Galera do Programa do Faustão beneficia comunidades da Pastoral da Criança

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O quadro Dança da Galera, do programa Domingão do Faustão (Rede Globo), está movimentando a população de seis cidades brasileiras e assegurando recursos para as comunidades atendidas pela Pastoral da Criança. Neste domingo, dia 22, a cidade de Prudentópolis (PR) venceu a competição e levou o prêmio de R$100 mil. Bragança (PA) ganhou R$ 25 mil.Parceira do Projeto Criança Esperança, a Pastoral da Criança vai aplicar os recursos em projetos na área de educação nas comunidades que estão participando da competição. Os projetos serão definidos conforme avaliação da realidade local, informa o gestor de relações institucionais da entidade, Clóvis Boufleur, ao adiantar que a administração dos recursos ficará a cargo da coordenação regional, sob supervisão da coordenação nacional.
A cidade cearense de Aracati foi a primeira vencedora da Dança da Galera, no dia 15 de abril. Concorreu com Diamantina (MG). A competição vem mobilizando milhares de pessoas. As cidades estão se esforçando para fazer bonito com as coreografias no Faustão. O time de Aracati foi o primeiro a dar um show de dança. Ao som de “Pedras que cantam”, de Raimundo Fagner, 1.350 pessoas representaram os 69 mil habitantes da “terra dos bons ventos”.Diamantina também fez bonito e emocionou os telespectadores com a trilha “Maria, Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brant. Mil e cem dos 46 mil habitantes da cidade de Juscelino Kubitschek estavam envolvidos. Neste domingo foi a vez de Prudentópolis mobilizar sua comunidade. 
A capital do feijão preto, que realizou uma bela apresentação ao som de Além do Horizonte", de Roberto e Erasmo Carlos, cativou o Brasil com sua animação e suas cores, vencendo por 3 votos a 1. Bragança, no Pará, também fez bonito dançando “Isso é Calypso", da banda Calypso.Com pouco mais de 48 mil habitantes, Prudentópolis reuniu 1.400 de seus cidadãos para participar do Dança da Galera. Eles representaram de forma espetacular a cidade das cachoeiras. Em Bragança, 1.200 dos 100 mil habitantes se envolveram na competição usando folhas de açaí na coreografia. Na próxima semana, domingo, dia 29 de abril, a competição será entre Santo Amaro (BA) e Porangatu (GO). Não perca, participe e escolha sua favorita.

Fonte: Pastoral da Criança Nacional

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Em Quem Você Vai Votar?Vejam alguns pontos políticos do Livro Sagrado

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Não precisa responder. O voto é secreto,nem falo de religião ou igreja alguma. As nossas matérias humanas existem para falar, ensinar e viver o amor de Jesus e para declarar a todos que “Jesus nos ama e tem um plano maravilhoso em nossas vidas”. Você sabia disso?
Vou falar do Governo do Messias, Aquele que virá governar toda a terra, profetizado por Isaías nesse texto em epígrafe. É n'Ele que votamos e o convidamos a também votar n'Ele, em Jesus!

 "O MEU VOTO VAI PARA O REI QUE GOVERNARÁ COM JUSTIÇA"
“Eis aí está que reinará um rei com justiça e em retidão governarão príncipes”...( Isaías 32:1-8).Isaías não está aqui falando de rei humano algum, como alguns teólogos até arriscam em dizer. Ele está se referindo ao Rei Jesus, pois Ele e só Ele governará com justiça. E o seu governo começará com um grande julgamento, o chamado juízo final (Apocalipse 20:11 e 21:8). Hoje, o Brasil vive uma grande crise no poder judiciário. São juízes, desembargadores e ministros envolvidos em escândalos os mais diversos. As Leis que temos favorecem aos ladrões, corruptos e assassinos. A justiça nos tem faltado. Até quando?A Bíblia nos alerta: “… o tempo está próximo… eis que venho sem demora…”(Ap 22:10-12). Jesus é o Justo juiz e Ele nos perdoará e nos salvará (João 5:24). Decida crer em Jesus agora mesmo!
"O MEU VOTO VAI PARA O REI QUE GOVERNARÁ PROTEGENDO O POVO"

O povo é como ovelha que necessita de um pastor, necessita de proteção, segurança, amparo, apoio, cuidado etc. Os políticos devem agir como pastores sobre o seu rebanho, como aqueles que gozam da confiança dos seus eleitores para liderá-los, protegê-los com Leis justas que venham promover a paz e a prosperidade, devem governar esquecendo os seus próprios interesses, priorizando os interesses da comunidade que representa. Mas no Brasil, o que vemos são governos corruptos e interesseiros, mentirosos, inescrupulosos, que se vendem e se deixam corromper. Até quando teremos políticos dessa natureza?
Quando o ímpio, o perverso governa, o povo geme. Mas quando o justo governa, o povo se alegra (Pv 29:2). Coloque sobre a sua vida o Governo do Justo, votando em Jesus, recebendo-O como seu Senhor e Salvador.  "O MEU VOTO VAI PARA O REI QUE GOVERNARÁ COM SANTIDADE"
Quando votamos em alguém, estamos escolhendo e dando o direito a essa pessoa de governar sobre nós, sobre a nossa família e nação. O mundo espiritual funciona como o mundo físico no estabelecimento das lideranças hierárquicas. Vemos isso na carta de Paulo aos Efésios, quando ele nos fala de toda uma estrutura espiritual bem montada por satanás para exercer o seu governo (Ver Efésios 6:12), do grego, arquês, exoucia e Kosmokratoras = governo mundial, autoridades políticas, como também as forças espirituais do mal, os maus espíritos. Portanto, nosso voto nos coloca “debaixo da cobertura” daquele que votamos.
O Rei Jesus governará “como sombra de grande rocha em terra sedenta” (Is 32:2), pois Ele é a Rocha. Pedro diz que Jesus é a “Rocha Eleita” (I Pe 2:6-8). Faça de Jesus a sua Rocha de Salvação. Creia em Jesus e vote n'Ele!


CONCLUSÃO:

Ao se aproximar as eleições, venho aqui pedir o seu voto para o Messias, para Jesus. Apesar d'Ele já estar eleito, mas precisamos votar n'Ele e entregar a nossa vida nas mãos d'Ele. Você já fez isso? Deseja fazê-lo agora? Deus te abençoe!
Fonte : Blog Joãozinho do Pastel

sábado, 3 de março de 2012

Pastoral da Criança de Florânia – Convite

Caro irmão em Cristo.

Venho através deste convidar os líderes e voluntários da Pastoral da Criança para uma reunião que acontecerá neste sábado (03), às 18:30 horas, na Igreja do Santíssimo Sacramento para tratar de assuntos de interesse da Pastoral.

Na reunião contará com a presença da Coordenação Diocesana. Pedimos que os líderes levassem o livro de acompanhamento para serem substituídos.

Certos do seu valioso comparecimento, agradeço antecipadamente com os meus votos de estima e apreço.

João Batista da Silva 
Coordenador Paroquial da Pastoral da criança
Florânia- RN

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Mortalidade materna cai 19% em 2011



Dados divulgados ontem pelo Ministério da Saúde indicam que o Brasil pode ter registrado em 2011 a maior redução em termos absolutos no índice de mortalidade materna desde 2002 -ano em que o país freou a acentuada melhora nesse indicador verificada nos anos 1990.
O governo registrou 705 óbitos maternos no primeiro semestre de 2011 contra 870 no primeiro semestre de 2010, uma queda de 19%.
Dados preliminares indicam, segundo o ministério, que o país pode atingir em 2011 uma taxa próxima a 63 mortes maternas para cada 100 mil nascidos vivos, contra 68 por 100 mil em 2010.
O índice, se confirmado, significará a maior queda da taxa de mortalidade desde 2002. O governo atribuiu o desempenho a uma melhora geral dos serviços de atendimento à gestante.
Porém, mesmo se mantiver esse novo e acentuado patamar de queda nos próximos quatro anos, o país não vai cumprir a meta estabelecida pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2000.
"Temos de intensificar o trabalho nos próximos anos se quisermos atingir os Objetivos do Milênio, de chegar a 35 [mortes maternas por 100 mil nascidos vivos] em 2015", afirmou o ministro Padilha.
Ontem ele afirmou que continua trabalhando com a meta traçada pela ONU. Em eventos recentes, porém, o ministro já declarou que esse pode ser um objetivo não cumprido pelo Brasil.
ATRASO
Uma pesquisa internacional divulgada no ano passado apontou que o país poderia se atrasar em 25 anos para cumprir a meta.
A curva na proporção de mortes de mães em relação ao total de nascidos vivos é acentuada durante toda a década de 1990 e se transforma em uma linha quase estável nos anos 2000.
Segundo Padilha, os anos 90 se caracterizaram pela universalização do pré-natal e do parto em hospitais. Na época, porém, não havia uma boa investigação que identificasse as causas das mortes.
Considera-se morte materna a que ocorre durante a gestação ou até 42 dias após o parto, qualquer que tenha sido a duração da gravidez.
A estatística inclui causas diretas de morte materna (como eclâmpsia e hemorragia pós-parto) e indiretas (doenças preexistentes agravadas na gravidez, como diabetes e doenças circulatórias), e exclui causas externas, como acidentes.
Mortalidade materna pode ter maior queda desde 2002
Dados divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde indicam que o Brasil pode registrar a maior queda, em termos absolutos, na taxa de mortalidade materna desde 2002, quando o país freou uma fase acentuada de redução dessas mortes.
 país está, porém, longe de atingir a meta para 2015, traçada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2000.
Segundo levantamento do ministério, foram 870 mortes maternas no primeiro semestre de 2010 e 705 no mesmo período de 2011; uma diminuição de 19%.
Os dados completos de 2011, ainda preliminares, fazem o governo acreditar que o país pode encerrar o ano com uma razão de mortalidade de 63 mortes de mães por cada cem mil crianças nascidas vivas.
Isso significaria uma redução de cinco pontos em relação a 2010, queda que não é registrada pelo Brasil desde 2002 (quando a taxa saiu de 80 para 75), explicou o ministro da pasta, Alexandre Padilha. "Demoramos de 2003 a 2010 para ter uma queda de quatro pontos na taxa de mortalidade materna", disse.
Enquanto os anos 90 registraram uma acentuada queda nesse indicador, os de 2000 foram quase de estabilidade, o que fez pesquisadores apontarem, em 2011, que o Brasil levaria 25 anos para cumprir a meta da ONU, atingindo o indicador apenas em 2040.
"Temos que intensificar os trabalhos nos próximos anos se quisermos atingir os Objetivos do Milênio de chegar a 35 [mortes maternas por cem mil nascidos vivos] em 2015. [Vemos em 2011 uma] intensificação da curva de redução", admitiu Padilha.
As principais causas de morte materna são hipertensão gestacional, hemorragia, infecção pós-parto, doenças circulatórias pré-existentes e agravadas com a gravidez e aborto.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo / Johanna Nublat, de Brasília 

Campanha da Fraternidade 2012: Pastoral da Criança defende fortalecimento dos conselhos municipais de saúde

Durante o lançamento da Campanha da Fraternidade nesta terça-feira, 22, em Brasília, o gestor de relações institucionais da Pastoral da Criança, Clóvis Boufleur, defendeu maior participação da população e efetividade no funcionamento dos conselhos municipais de saúde. A presença, representação da comunidade nos conselhos de saúde é imprescindível para melhorar o acesso, a qualidade e o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), destacou Boufleur que também é representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Conselho Nacional de Saúde.
Com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, a 49ª Campanha da Fraternidade visa promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área com a finalidade de contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do SUS.
A saúde está no topo da lista de prioridades das pessoas, diz Clóvis Boufleur. “A saúde depende de cuidados pessoais, da ajuda dos outros e do esforço coletivo. O conselho de saúde é um espaço público que permite avanços nestas três dimensões”. Com representação da comunidade, dos trabalhadores da saúde, prestadores de serviços e governo, o conselho de saúde atua na formulação e no controle da execução da política de saúde no estado ou no município. A Constituição Federal garante a presença da comunidade nas reuniões dos conselhos, como conselheiro de saúde ou como ouvinte e colaborador.
De acordo com o representante da Pastoral da Criança, problemas como o acesso, baixa qualidade no atendimento e mau uso dos recursos do SUS em muitos municípios podem revelar que a população está ausente do conselho de saúde da cidade. “O SUS é incompleto sem os conselhos”, frisa Boufleur, para quem o conselho deve se reunir pelo menos uma vez por mês, em espaços que possam contar com a presença de representantes da população. “Bom seria se estas reuniões juntassem multidões e fossem um dos eventos mais esperados mensalmente”.
Mas não é isso que acontece. Informações colhidas mensalmente pela Pastoral da Criança, em mais de mil municípios, mostram que 30% dos conselhos não se reúnem todos os meses, e assim os problemas e as soluções para a saúde deixam de ser debatidos. O conselho de saúde que conta com apoio popular tem mais poder de fiscalizar e apresentar propostas de melhorias para saúde, afirma Clóvis Boufleur.


Fonte: Assessoria de Comunicação
Coordenação Nacional da Pastoral da Criança